Bases Históricas e Mundiais

O Biofeedback tem raízes nas pesquisas de Galvani que em 1780 propôs o estudo dos padrões elétricos no corpo de seres vivos.
Padrões que gerariam dados úteis para entender distúrbios e produzir diagnósticos.

A partir do século XX, foram desenvolvidas ferramentas como: o eletroencefalograma, o eletrocardiograma, o elétromiógrafo,
monitores de estresse, etc. Cientistas de nome começaram a usar estes equipamentos para treinar sinais elétricos do corpo buscando
auto-regulação, ou seja, a capacidade de regular sinais fisiológicos usando apenas técnicas não invasivas e não medicamentosas no processo.

Em 1969 o termo Biofeedback foi criado para se referir às técnicas que utilizam equipamentos para medir e treinar sinais elétricos
do corpo humano com objetivos clínicos e de desempenho. No mesmo ano foi fundada a AAPB, Association for Applied Psychophisiology
and Biofeedback, a mais tradicional entidade nortq-americana dedicda á associação de pesquisadores e profissionais voltados para
a psicofisiologia e o biofeedback.

Hoje em dia, atletas de equipes como a seleção italiana de futebol, o AC Milan, a seleções do Canadá de Hockey e Ginástica Rítmica Desportiva
atletas da equipe olímpica norte-americana de saltos ornamentais e das ligas profissionais norte-americanas de basquete (NBA), futebol
americano (NFL), Hockey (NHL) e Golf (PGA) utilizam o Biofeedback devido à sua rapidez e efetividade em trabalhos de de alto rendimento

Biofeedback no Brasil

O Biofeedback foi introduzido no Brasil em meados dos anos 90 em universidades de ponta. Na mesma época foram criadas as primeiras
clínicas que associavam o Biofeedback a áreas como a Psicologia, a Odontologia e a Fisioterapia com destaque para algumas clínicas particulares
do DF, BA, RS e SP.

Em termos de represtação em entidades internacionais, há membros brasileiros efetivos da AAPB, participando dos departamentos de Otimização
da Performance, Psicofisiologia da Arte e Educação. Segundo dados da entidade, a Clínica Orione Psicologia e Tecnologia é a única entidade
particular da América Latina a ter representantes nestes três departamentos.

Em 2010 foi criada no Brasil a Associação Brasileira de Biofeedback da qual Luis Orione participa desde a criaão como sócio fundador.

Apesar dos exemplos existentes o Biofeedback ainda é pouco conhecido por atletas, técnicos e mídia no país. É uma ferramenta útil
no preparo de vários atletas de potências esportivas que pode contribuir também para o desenvolvimento de cada vez mais atletas
do Brasil caso seja difundido entre os profissionais da área.